Notícias de Arquitetura e Construção

Qui, 17 de Novembro de 2011 16:34

 

Por Eng. Luiz Carlos Thiers Silva

De posse do terreno, e legalmente registrado, é hora de pensar no projeto. É hora de por no papel os seus planos, mas ... Por onde começar? Será econômico gastar dinheiro com Arquitetos e Engenheiros se é tão fácil traçar as paredes num papel e dar para um empreiteiro construir? Nem pense nisso! Como diz a sabedoria popular “o barato sai caro”, e em construção esse ditado se aplica literalmente. Fazer economia no projeto é a maior ingenuidade que você poderia cometer.

O preço do projeto representa, aproximadamente, 5% do custo total da obra. Construir sem projeto pode significar ter que demolir e reconstruir algumas partes da casa ou refazer alguns serviços podendo chegar a prejuízos de cifras totalmente imprevisíveis, além da perda da qualidade da sua construção.


Resultado: custos altos, tempo perdido, aborrecimentos, etc.

O Projeto de Arquitetura

Quando se fala no projeto da casa ou do prédio, na verdade está-se falando num conjunto de projetos que incluem o Projeto Arquitetônico, o Projeto Estrutural, o Projeto Elétrico, o Projeto Hidrosanitário, o Projeto de Telefonia, de Ar condicionado, e outros que devam complementar esse conjunto em função do que se deseja construir.

Nos casos comuns de residências e pequenas construções residenciais e comerciais os cinco primeiros projetos, acima relacionados, atendem perfeitamente.

primeiro projeto, que vai servir de base para a feitura dos demais, é o Projeto Arquitetônico. Normalmente elaborado por um arquiteto, o Projeto de Arquitetura é a materialização de uma idéia, aliada a aspectos técnicos tais como funcionalidade, conforto, estética, salubridade e segurança, além de outros aspectos legais. É a interface entre a idéia e a realidade do que se deseja construir.

Nele estão representados os cômodos com suas divisões, dimensões e áreas, as peças sanitárias dos banheiros e áreas de serviço, a disposição do mobiliário, tudo isso em planta (horizontal) e em cortes (vertical). Inclui-se também nesse projeto a locação do terreno, o detalhamento do telhado e as fachadas.

O Projeto Arquitetônico deve ser aprovado no órgão competente da Prefeitura Municipal, podendo o custo dessa aprovação estar ou não incluído nos serviços do arquiteto, devendo ser combinado antes.

Projetos Complementares

Aprovado o Projeto de Arquitetura passa-se à feitura dos demais projetos complementares, que devem ser elaborados por engenheiros civis e eletricistas. Estes deverão, ainda, atender rigorosamente ao Projeto Arquitetônico em todos os seus detalhes e especificações.

O Projeto Estrutural, também chamado de Cálculo Estrutural é o dimensionamento das estruturas, geralmente de concreto armado, que vão sustentar a edificação, transmitindo as suas cargas ao terreno. Elaborado por um engenheiro civil, esse projeto é de fundamental importância, pois é o responsável pela segurança do prédio contra rachaduras (trincas) e desabamentos. Uma estrutura com lajes, vigas, pilares e fundações superdimensionados representa custos altos e não significa obrigatoriamente segurança. É preciso que haja um perfeito equilíbrio entre o concreto e o aço dentro dos elementos estruturais para que as peças sejam consideradas seguras e, conseqüentemente, toda a obra. Uma estrutural mal dimensionada pode, até, não cair, mas trazer problemas como trincas que são, na maioria das vezes, de solução muito difícil e cara.

Para elaboração do Projeto Estrutural será necessário, além do Projeto Arquitetônico, o Laudo de Sondagem. Esse documento, detalhadamente confeccionado por empresas especialistas em sondagens, apresenta o perfil do solo abaixo do nível zero, ou seja, com todos os tipos de camadas de solos e suas respectivas resistências à compressão. Este laudo é necessário para o dimensionamento adequado das fundações. Sem ele o engenheiro projetista de estruturas deverá prever, por medida de segurança, resistências do solo inferiores, aumentando conseqüentemente as bases das fundações. Em construções de mais de dois pavimentos o Laudo de Sondagem é indispensável.

O Projeto de Instalações Elétricas deve ser elaborado por um engenheiro eletricista e vem a ser o dimensionamento das cargas elétricas, fios, eletrodutos, disjuntores e vários outros elementos com seus respectivos detalhamentos. É um projeto muito importante, pois uma instalação mal dimensionada e mal executada, apesar do emprego de material de 1ª qualidade, pode acabar gerando grandes despesas futuras e até acidentes de grandes proporções como incêndios.

O Projeto de Instalações Hidrosanitárias pode ser feito por um engenheiro civil ou por um arquiteto e é o responsável pelo bom dimensionamento das tubulações de águas e esgotos sanitários e pluviais. Promove economia, conforto e higiene. Casos comuns de pouca pressão de água em chuveiros e mal cheiro em ralos são oriundos da falta de um bom Projeto Hidrosanitário.

Qui, 17 de Novembro de 2011 16:33

 

Por Arq. Fabio Rocha / Sílvia Rocha

A compra de um imóvel, para uso próprio ou investimento, costuma ser um grande passo, em razão do expressivo capital envolvido. Geralmente tal decisão se dá em meio a um universo de sonhos e idealizações: a churrasqueira para receber os amigos, a lareira que servirá de cenário a um bom vinho, a cozinha planejada.


Esse é um momento que deve ser vivido com muita alegria, afinal de contas a aquisição da casa própria costuma ser um dos pilares da realização pessoal. Mas atenção: não deixe as emoções interferirem na compra e conduzirem a um mau negócio.
Uma das fases mais importantes é a análise dos documentos – do imóvel e dos proprietários. O intuito é detectar eventual impedimento ou cuidado especial a ser adotado na aquisição do bem. Confira esta lista com as principais informações a serem levantadas:

Sobre o imóvel:

-Certidão de inteiro teor da matrícula com negativa de ônus – ou certidão vintenária – atualizada;
-Certidão negativa de impostos e taxas municipais;
-Carnê de IPTU com as prestações em dia ou carnê quitado; -Últimas contas de luz, água e gás, devidamente pagas.

Sobre os vendedores:

-Cédulas de identidade (RG) e CPF;
-Certidão de casamento atualizada ou declaração de união estável*;
-Certidões negativas de tutelas, curatelas e interdições;
-Certidão negativa da justiça federal;
-Certidão negativa de executivos fiscais, municipais e estaduais;
-Certidão de tributos imobiliários (caso o vendedor possua mais de um imóvel);
-Certidão negativa dos distribuidores forenses referentes a “Ações Cíveis” e “Família”;
-Certidão dos distribuidores cíveis;
-Certidão negativa de cartórios de protesto;
-Certidão negativa da justiça do trabalho;
-Declaração negativa de débitos condominiais (quando for o caso);
-Cópia autenticada da documentação dos vendedores anteriores**.


Importante:

-Entre outras questões, deve-se ficar atento à identificação dos verdadeiros proprietários e dos titulares de outros direitos sobre o imóvel;
-checar algum ônus sobre o imóvel;
-analisar se os proprietários estão em condições de vender o bem, em virtude de dívidas que possam ter junto a terceiros;
-analisar se a escritura terá condições de ser registrada ou depende de atos anteriores a serem praticados;
-confirmar a identificação do imóvel, pois, por incrível que possa parecer, há casos em que o comprador visita um imóvel e adquire outro.

*A situação de união estável deve ser questionada sempre, e, caso o(a) companheiro(a) não figure como vendedor, deverá ser anuente do compromisso de venda e compra ou emitir declaração de consentimento com a venda.

**Sempre que possível, deve-se analisar a documentação referente à venda anterior, pois pode haver fatos que comprometam a nova negociação.

Qui, 17 de Novembro de 2011 16:32

 

16/04/2010
Conheça as vantagens e desvantagens do drywall antes de escolher sua parede
SILVANA MARIA ROSSO - Colaboração para o UOL

As chapas de drywall são um "sanduíche" de cartão com recheio de gesso e aditivos. A versão verde é resistente à umidade, e a rosa, ao fogo

Quando você pensa em parede, certamente logo vem à mente uma superfície robusta, rígida e resistente, feita de tijolos ou blocos, assentados com massa de cimento, conhecida como alvenaria. No entanto, nos novos empreendimentos imobiliários é comum encontrar paredes de drywall, um sistema industrializado de paredes internas, composto por estrutura de aço galvanizado e chapas de gesso acartonado aparafusadas em ambos os lados. Bastante adotado no exterior, o sistema chegou há 20 anos ao Brasil, e vem mudando o conceito de paredes e o processo da construção civil, por ser limpo, rápido, econômico e racional.
Para identificar do que é feita a parede e como ela funciona, uma das alternativas é consultar o memorial descritivo, onde constam todos os sistemas usados na construção, e no manual do proprietário, que ensina como usá-los. Por força da lei, ambos devem ser entregues pelo incorporador ao consumidor. Outra maneira é bater na superfície. Mas não se impressione com o toc toc surdo e oco. Apesar de parecerem frágeis, essas chapas, que possuem os dois versos de cartão e o recheio de gesso aditivado, são resistentes. Isso, porque o pó de gesso nada mais é do que a rocha gypsita desidratada, e, em contato com a água, ele vira pedra de novo. Além disso, para áreas molhadas ou que sejam mais propensas ao fogo, há versões especiais.
“O sistema é menos resistente a impactos que a alvenaria, mas atende as normas técnicas”, afirma o engenheiro Carlos Alberto de Luca, conselheiro técnico da Associação Drywall. Ou seja, ele atende a quesitos de desempenho quanto a peso, impacto, resistência a fogo e a isolamento acústico estipuladas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Entretanto, se uma pessoa com mais de 40 quilos se jogar contra a parede, ou se uma prateleira for sobrecarregada com mais de 20 quilos, por exemplo, ocorrerão danos ao sistema. Para suportar prateleiras, quadros, portas, entre outros, é preciso que se usem os acessórios apropriados, sempre colocados por um profissional capacitado.  Também podem ser instalados reforços para que a parede receba cargas pesadas, como armários e bancadas de cozinha. Para saber como realizar instalações e qual a carga máxima suportada, consulte o manual do fabricante e da Associação Drywall, disponível no site (www.drywall.org.br).
O drywall também é menos rígido que a parede convencional, mas em tempos de edificações com grandes vãos não é um problema e sim uma qualidade. Por ser mais flexível, “o sistema trabalha melhor que a alvenaria, que trinca e fissura com a movimentação estrutural”, explica um dos pioneiros no uso do sistema, o engenheiro Luiz Ceotto, membro do Comitê de Tecnologia e Qualidade do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil).
Na questão acústica, o ar entre as placas funciona para o som como uma barreira, e quando recheado de lã mineral ou de vidro e reforçado com mais chapas de gesso acartonado, o sistema isola mais o ambiente, dissipando e enfraquecendo a onda sonora. “Por essas propriedades, o drywal é utilizado nas multisalas de cinema”, afirma de Luca. Com relação as propriedades térmicas ocorre o mesmo. O colchão de ar formado entre as placas, ou mesmo o recheio de lã, propicia conforto térmico ao ambiente.

Para a colocação de prateleiras, armários e outros é necessário o uso de peças especiais para drywall, sempre feita por um especialista
ENTENDA COMO FUNCIONA O SISTEMA DRYWALL
Pontos altos e baixos
Para atender as exigências das normas de desempenho, incluindo resistência a fogo, o sistema drywall foi testado e ensaiado em laboratórios competentes, como o Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT). Além disso, antes de virar a parede de casa, ele ainda passa por um rígido controle de qualidade, para garantir medidas precisas e acabamentos perfeitos. O que não acontece com a parede convencional, cujo sucesso depende não só da qualidade dos elementos utilizados, mas também da habilidade da mão de obra.
As reformas com o drywall são mais simples, basta desmontar o sistema e descartá-lo, conforme as recomendações da Associação Drywall. O mesmo pode-se dizer sobre a manutenção ou atualização das instalações de casa, como elétrica, hidráulica ou telefonia, por exemplo. Rasga-se apenas a parte em questão, que depois é rapidamente reconstituída por meio de um remendo. Em comparação, qualquer obra de alvenaria demora mais por causa das várias etapas, e gera entre 5% e 10% a mais de entulho.
Pela sua própria composição, o sistema também é mais leve que a parede tradicional. Imagine que para cada dez caminhões de alvenaria, são necessários apenas um de drywall. Com isso, a estrutura também acaba sendo menos robusta e mais barata. Além dessas vantagens, as paredes de drywall são mais finas, racionalizando o projeto de arquitetura. A cada 100 m² consegue-se ganhar em torno de 5m² em área, o equivalente a dez metros de armários embutidos.
Quanto aos acabamentos, são os mesmos utilizados nas paredes tradicionais: pintura, textura, papel de parede, laminado, cerâmica e azulejo. A diferença é que a superfície já vem pronta para recebê-los. Com os dois últimos, deve-se usar a argamassa específica para o drywall, do tipo AC II, e ter muito cuidado com o rejunte: “As peças devem ser bem vedadas”, ensina de Luca. Fique atento com as áreas molhadas que exigem impermeabilização apropriada na parte inferior, de forma que a placa não entre em contato com a água.
Para assegurar a durabilidade do sistema, a manutenção das paredes e das instalações hidráulicas necessita cuidado. A limpeza de manchas na superfície pode ser feita com os mesmos produtos usados no sistema convencional. Já os jatos de água ou vapor, utilizados na alvenaria, devem ser evitados, pois podem causar danos ao drywall. O mesmo vale para as infiltrações: conserte rapidamente o encanamento danificado para não comprometer o sistema.
Apesar de só elencar as qualidades do drywall e antever o fim da parede de alvenaria, Ceotto alerta que o mercado de componentes e a mão de obra ainda não estão preparados para o sistema. Segundo ele, mesmo que o drywall possa ser adotado em áreas molhadas, “ainda é difícil encontrar toalheiros, saboneteiras e papeleiras específicos”. Longe das grandes capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, também não se encontram facilmente buchas e empresas de manutenção e reforma que saibam lidar com o sistema. E, diferentemente da alvenaria, um leigo não deve tentar pregar quadros, prateleiras ou outros objetos por conta própria em uma parede de drywall, sob risco de danificá-la. Por isso, antes de se decidir pelo drywall em reformas ou construções de menor porte, certifique-se que em sua região o mercado já conte com peças e empresas especializadas.

 

Qui, 17 de Novembro de 2011 16:31
Gerenciamento de Obra: agilidade e sincronia das equipes são os maiores desafios, “porque o tempo não para”! Por Arq. Fabio Rocha / Sílvia Rocha Gerenciar uma obra significa administrar, simultaneamente, o cumprimento do cronograma e a previsão financeira, gerindo profissionais com formações e comportamentos diversificados. Caso isso não ocorra, poderá haver inúmeras perdas, tanto no aspecto financeiro quanto no emocional, comprometendo a qualidade e o tempo. Quem já participou de construções ou reformas mal administradas pode enumerar seus transtornos. Além de a equipe de profissionais ser grande e diversificada (técnicos de ar-condicionado, montadores de móveis e divisórias, colocadores de carpetes e pisos, pedreiros, eletricistas, encanadores, pintores, gesseiros, vidraceiros, serralheiros, paisagistas etc.) e, portanto, necessitar de coordenação e supervisão constantes, deve-se atentar para dois aspectos muito importantes: a previsão financeira, que requer constante monitoramento, e o cronograma executivo, que, caso não é cumprido, pode, além de causar dissabores, gerar gastos em virtude de pagamentos de novas diárias, alimentação, entre outros. Infelizmente, não é raro deparar com obras mal-acabadas, ou ainda encerradas antes do término justamente por falta de verba. O gerenciamento é parte de qualquer obra, devendo ser compreendido como um investimento indispensável. Mesmo com os custos envolvidos na contratação do gerenciador, os ganhos são significativos: rapidez na conclusão dos prazos, segurança nas informações e confiança no suporte técnico são, com toda certeza, fatores que reduzem o estresse do cliente e justificam esse serviço. O gerenciador é o técnico responsável pela execução da obra, ou seja, é aquele profissional que concretizará as ideias concebidas em projetos. Desta forma, será responsável por: a - Contratar mão de obra especializada; b - Coordenar cada profissional individualmente, em todas as etapas; c - Escolher materiais e acabamentos, e acompanhar sua utilização, evitando desperdícios; d - Respeitar e cumprir o orçamento e o cronograma; e - Zelar pela fiel execução dos projetos. Alterações podem ser necessárias no decorrer da obra em razão de imprevistos, e nesses casos o bom gerenciador mostrará a melhor solução, sem comprometer o projeto aprovado. Dez Verbos Indispensáveis ao Gerenciador 1) Observar: esta capacidade possibilita verificar se a estratégia elaborada está dando resultado ou se serão necessárias novas ações para que o prazo seja cumprido. 2) Orientar: o gerenciador que não orienta a equipe, mantendo-a plenamente informada sobre as previsões do projeto aprovado pelo cliente, coloca em risco toda a obra. O mesmo vale para aquele que orienta sem aprofundar algumas questões ou sem saber se foi compreendido. 3) Acompanhar: nenhuma orientação funciona, efetivamente, se não há acompanhamento do desempenho da equipe. 4) Comunicar: a maneira como o gerenciador se comunica é o que define o sucesso de uma decisão. Numa obra, todos devem ser comunicados sobre ocorrências que interfiram nos trabalhos de um ou mais profissionais. 5) Motivar: uma palavra de apoio e um tom amistoso fazem verdadeiros milagres quando uma equipe, ou indivíduo, apresenta cansaço por conta das horas contínuas de trabalho, da pressão quanto ao cumprimento dos prazos e da qualidade da execução. 6) Compreender: compreender não significa ser paternalista e passar a mão na cabeça diante de um erro cometido ou não cumprimento de uma tarefa ou prazo. O bom gerenciador deve ter a capacidade de colocar-se no lugar do outro e ser justo e objetivo ao tomar alguma decisão, destacando sempre a importância de cada trabalho para o andamento e a conclusão da obra. 7) Aprender: livros, cursos e palestras proporcionam muita informação, e também não se pode desprezar todo o conhecimento que cada indivíduo da equipe possui. 8) Ouvir: talvez esta seja uma das melhores características do bom gerenciador. Ouvir, ouvir e ouvir. Ouvir o cliente, a equipe, os colaboradores do cliente. Grandes contribuições para correção ou criação de estratégias surgem a todo instante. É preciso estar atento! 9) Equilibrar: na função de líder de equipes, deve tomar decisões de forma ponderada. Equilíbrio traz tranquilidade e neutraliza qualquer tipo de insatisfação. 10) Liderar: ação essencial que, de modo geral, engloba todas as outras. Por meio da liderança se estabelece um canal de envolvimento e cumplicidade com as equipes, tornando possível a realização de tarefas e o cumprimento dos prazos.
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